Museu de Paleontologia recebe Exposição do Espinossauro produzida por jovem de 18 anos

1 min de leitura

O Museu de Paleontologia está com a Exposição do Espinossauro, assinada pelo jovem autor Kauan Serafim Della Rovere, de 18 anos. A mostra reúne réplicas do crânio produzidas em impressora 3D, além de dentes originais e uma presa fossilizada.

De acordo com Kauan, o projeto surgiu após o curador do museu, Carlos Eduardo Maia, descobrir que ele realizava trabalhos em impressora 3D, como chaveiros e lembrancinhas. A partir disso, surgiu a ideia de desenvolver uma peça tematizada para o museu. “Tudo começa com o modelo em 2D e muitos estudos. Ele gostou do resultado e decidimos produzir mais uma peça para deixar à disposição do museu”, explicou.

O jovem destaca que o processo é longo e exige diversas etapas, desde a pesquisa até a finalização das réplicas. “É demorado, envolve muitos erros e acertos. Tem a parte da pintura, do lixamento, cada etapa tem um tempo específico e é desafiadora, mas nada impossível. Meu pai me ajudou bastante, principalmente na pintura e nas pesquisas sobre o formato do crânio e as cavidades”, contou.

Somente a impressão levou aproximadamente de 19 horas para ser concluída. Durante o processo, houve falhas que geraram prejuízos de aproximadamente oito horas em algumas tentativas, mas, com persistência, o trabalho foi finalizado. A fase de pesquisa durou cerca de uma semana.

O Museu de Paleontologia funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 11h e das 13h às 17h, e aos sábados, das 13h às 18h. O espaço está localizado na Rua João Gosselein, nº 1470, na antiga estação ferroviária.

Sobre o Espinossauro

O Espinossauro (que significa “lagarto espinhoso”) foi um dinossauro terópode carnívoro e piscívoro que viveu no Norte da África durante o período Cretáceo. É considerado o maior dinossauro carnívoro já conhecido, superando inclusive o Tiranossauro Rex. Alguns exemplares poderiam alcançar até 15 metros de comprimento.

Sua característica mais marcante era a grande estrutura em forma de vela em seu dorso, formada por espinhos alongados que partiam da coluna vertebral. Acredita-se que essa “vela” poderia ter sido utilizada para atrair parceiros, intimidar predadores ou até mesmo auxiliar na locomoção na água.

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

Mais Recente de Blog