Com meta de realizar ao menos quatro transplantes de rim por mês, a Santa Casa retoma o procedimento em novembro. Segundo Esacheu Nascimento, o diretor-presidente do hospital, os transplantes de coração e córnea também devem voltar a ser feitos no maior hospital do Estado, mas em janeiro.
A Santa Casa voltou a fazer as cirurgias de rim em março do ano passado. Em julho, o primeiro paciente foi operado, mas o serviço foi interrompido por conta de uma deficiência na parte de análises clínicas. “Reformamos o laboratório e agora temos condições de voltar a atender nossos pacientes”, explicou.
Embora as cirurgias não estivessem sendo feitas, a captação de órgãos para enviá-los a outros Estados continuou. Tanto é que por várias vezes aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) saíram da Capital com corações, fígados, rins para salvar vidas em outros hospitais brasileiros.
A intenção da Santa Casa é também reabilitar agora as equipes para transplantes de coração e córnea. “Ainda estamos avaliando a possibilidade de fazer transplantes de fígado”.
Hoje, a fila de espera por transplantes de rim é de 60 pessoas, estima a direção do hospital. “Eles [pacientes] ficam esperando em média três anos para ter uma nova vida”, afirmou Nascimento.
O diretor da Santa Casa participou nesta segunda-feira (17) da inauguração de parte do novo Hospital de Câncer Alfredo Abrão, onde contou as novidades.
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