Forte recessão da economia, refletindo na redução de cargas transportadas nas estradas, somada ao excesso de oferta de caminhões no mercado, estão levando transportadoras sul-mato-grossenses a segurar o reajuste do frete neste final de 2016, mesmo com a alta do diesel, anunciado no início do mês pela Petrobras.
Embora a estatal tenha definido aumento de 9,5% para o combustível no País, o equivalente a R$ 0,17 a mais por litro, em Mato Grosso do Sul a alta registrada até o momento foi de 2,2%, considerando o preço médio do combustível comercializado pelos postos de Mato Grosso do Sul entre a semana anterior e a seguinte ao aumento, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O litro do diesel custa em média R$ 3,331 no Estado, o quarto mais caro do País.
Diretor do Sindicato das empresas de Transporte de Cargas e Logística de MS (Setlog-MS), Irineu Vobeto confirma que o impacto da alta do diesel já está sendo sentido, e muito, pelo setor do transporte no Estado — “todos os postos já repassaram o aumento” — mas os transportadores não conseguiram repassar essa alta a nenhum embarque.
“Não conseguimos reajustar a tabela de frete, muito pelo contrário. Alguns precisam, em função do excesso de oferta de transporte, até mesmo fazer o frete por custo menor. Há muitos caminhões para pouca carga”, explicou.
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