O Governo do Estado concluiu 71,08% das ações previstas no Planejamento Estratégico para o exercício de 2016. O percentual é considerado altamente positivo para avaliações desse gênero e foi divulgado pelo secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov), Eduardo Riedel, nessa quarta-feira (28), durante coletiva de imprensa para balanço das realizações do ano, realizada na Governadoria. O balanço teve presença do governador Reinaldo Azambuja.
Em números absolutos significa que 145 das 204 iniciativas previstas foram entregues para a sociedade. Do percentual de ações pendentes, 51 estão em andamento e 8 foram reprogramadas ou canceladas por falta de recursos financeiros.
Entre as ações concluídas está a entrega de 5,05 mil unidades habitacionais e a contratação de outras 1,6 mil. A evolução da nota da transparência do Estado de 1,4 para 10, conforme recente divulgação da Controladoria Geral da União (CGU), também foi uma meta alcançada na gestão estadual. Outros exemplos ainda são a remodelação do programa Novilho Precoce, que entrará em vigor novamente no início de 2017, e a elevação do teto do Simples, de R$ 2,5 milhões para R$ 3,6 milhões.
O resultado de 2016 ficou acima do percentual de 65% atingido ano passado, de acordo com a verificação do método implantado pelo poder público estadual. “São resultados difíceis de conseguir até para empresas privadas”, afirma o secretário Riedel.
O Planejamento Estratégico envolve as 13 secretarias estaduais e seus respectivos órgãos, além da Procuradoria Geral do Estado (PGE), na elaboração de um Plano de Ação, no qual são apontadas as prioridades de cada pasta. O documento é pactuado formalmente entre os secretários e o governador Reinaldo Azambuja.
A execução das ações, com prazo e orçamento determinados, tem o monitoramento da Segov e segue orientação do Movimento Brasil Competitivo (MBC). O processo é desenvolvido por meio de uma rede de gestão formada por cerca de 250 servidores públicos, que se reúne regularmente para receber orientação e acompanhar os resultados.
O governador acompanha continuamente o desempenho, fazendo avaliação em reuniões quadrimestrais com os secretários. “O planejamento permite ter foco naquilo que é prioritário e dá mais eficiência para a aplicação da verba pública”, afirma Azambuja.
Depois da primeira elaboração, no ano passado, Mato Grosso do Sul desenvolve um modelo próprio de planejamento. “Melhoramos nosso direcionamento. Cada secretaria encontrou sua prioridade dentro do que foi definido como estratégia”, afirma Riedel, destacando que os modelos de gestão são ainda mais importantes em momentos difíceis. “As crises vem e vão e, independente delas, precisamos buscar a forma mais eficiente de gerar respostas positivas para a sociedade”, conclui.
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