O governo do Estado já começou com os cortes pontuais nas suas secretarias e até março deste ano deve chegar a uma conclusão do ajuste previsto na administração.
Até o momento as ações estão sendo necessárias e sem alarde para não criar “pânico” dentro da gestão. Cada pasta tem exonerado aos poucos seus comissionados e ainda não chegaram a um número exato do quanto o quadro de funcionário público contratado deve ser reduzido.
Além das demissões diárias, medidas de contenção de despesas simples na rotina dos servidores estão sendo aplicadas. Isso inclui desde economia na utilização de telefone, até diminuição das viagens da equipe do governo para o interior de Mato Grosso do Sul. A austeridade nas pequenas ações visam refletir no saldo final desta gestão, que prevê dias difíceis pela frente.
Desde novembro do ano passado o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tem anunciado reforma administrativa, que posteriormente nomeou de “pequenos ajustes” devido a repercussão que o assunto ganhou. Mas até o momento o tema sempre ficou no âmbito do “estudo” por parte de seus secretários de Governo (Eduardo Riedel), Casa Civil (Sérgio de Paula) e Administração (Carlos Alberto de Assis).
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