A Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e) começa a valer, em dezembro, no Distrito Federal. A tecnologia, que já foi implementada em Goiás, vai facilitar a vida dos motoristas brasilienses, que podem apresentar o documento digital em vez da CNH impressa.
“As novas tecnologias vieram para facilitar o dia a dia dos brasileiros. Com a CNH-e não só o universo do trânsito passa a ganhar, mas toda a sociedade, já que o documento é um dos mais utilizados na identificação dos brasileiros”, explicou o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Elmer Vicenzi.
O documento digital tem a mesma validade do documento físico e pode ser acessado pelo celular. O arquivo será protegido por um PIN, para dar mais segurança aos dados dos condutores. Em fevereiro de 2018, todos os condutores do País terão acesso ao novo modelo.
“O QR Code é gerado por um algoritmo de propriedade do governo, não é qualquer pessoa que poderá gerá-lo. Toda vez que for exibir a carteira, precisará digitar a senha de quatro dígitos. Se ela perder o celular, ninguém poderá acessar no lugar dela e ela poderá fazer o bloqueio por meio do portal de serviços do Denatran”, ressaltou Vicenzi.
No próximo mês, o aplicativo da (CNH-e) poderá ser baixado para os sistemas iOS e Android. Para utilizá-lo, é preciso que a CNH física tenha um QR Code. Quem não tiver o código, precisa retirá-lo em uma das agências do Detran para evitar fraudes.
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