Os prefeitos vão discutir esta semana a renegociação das dívidas municipais, alternativa considerada importante para minimizar a situação de "insolvência" pela qual passa a maioria das prefeituras não apenas de Mato Grosso do Sul, mas de todo o país em decorrência da crise econômica nacional.
A assembleia-geral foi marcada pelo presidente em exercício da Assomasul, prefeito de Inocência, Antônio Ângelo (DEM), Toninho da Cofapi, às 14 horas desta quinta-feira (30), no plenário da entidade, em Campo Grande.
O dirigente considera importante discutir esse e outros assuntos no momento em que os gestores públicos se organizam para fechar as contas.
Além da dívida dos municípios, os prefeitos voltam a debater a política de resíduos sólidos com técnicos do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado) e outros temas importantes, como o "Índice de Efetividade de Gestão Municipal".
Para Toninho da Cofapi, é de fundamental importância a presença de todos para que os assuntos em pauta sejam discutidos à exaustão com técnicos da Assomasul e do Tribunal de Contas.
A diretoria da Assomasul está preocupada com a situação das prefeituras por conta da queda da receita, motivada principalmente pela redução dos repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) nos últimos meses.
Para se ter uma noção da crise atual das prefeituras, o repasse do fundo constitucional de junho em relação a maio deste ano caiu 20%, conforme dados da STN (Secretaria do Tesouro Nacional).
De acordo com a área econômica da Assomasul, o FPM de junho fechou em R$ 81.072.963,39, contra R$ 101.342.215,07 de maio.
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