Em um mundo cada vez mais conectado, os smartphones estão ocupando um espaço cada vez maior nas vidas das pessoas. Isso tem um alto preço, mas muita gente não se importa em pagar.
Quase todo mundo leva a vida no celular. É justamente para não ficar de fora dessa conexão que o consumidor está investindo mais dinheiro nos celulares, mesmo em tempo de crise.
No final de 2015, o preço médio dos aparelhos era R$ 700 e 15% dos que foram vendidos custavam mais R$ 1 mil. Agora, o preço médio passou para R$ 900 e 30% dos celulares comercializados custam mais de R$ 1 mil.
A empresária Adriana de Paulo quis logo dois celulares: “Até por conta do meu trabalho, que eu preciso de informações rápidas, e pelo uso bancário também, que facilita muito.”
Os aparelhos mais sofisticados conquistaram o consumidor e fizeram a indústria de eletroeletrônicos registrar aumento de 2% no faturamento com a venda de celulares, apesar da queda de 10% no número de unidades vendidas.
Até para estacionar o carro em algumas ruas de São o motorista tem que baixar um aplicativo e comprar créditos que são pagos no cartão.
Num hotel, o check-in é feito pelo celular. Até as chaves em formato de cartão, consideradas até bem pouco tempo supermodernas, estão sendo substituídas pelos aplicativos no celular. Num hotel é só encostar o aparelho na porta, ele vibra e é só abrir.
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