Em Mato Grosso do Sul, 142 grávidas estão sendo monitoradas com suspeita de zika vírus, sendo 92 delas apenas em Campo Grande. O grande risco é que os filhos de cada uma delas desenvolva microcefalia, que é a má formação cerebral do feto decorrente do zika. Apesar de não haver nenhum caso confirmado de microcefalia no Estado, o secretário estadual de saúde, Nelson Tavares, afirma que a situação é crítica e que “a qualquer momento podemos virar outro Pernambuco”, fazendo menção ao Estado brasileiro onde há o maior número de bebês identificados com a má formação: 1.373.
E a situação é de fato crítica. Na Capital, todos os dias, 15 pessoas são notificadas com sintomas do zika vírus nos postos de saúde. O número é considerado pequeno se comparado com a quantidade de pessoas com suspeita de dengue, por exemplo, que é de 155 atendimentos diários. Porém, por conta de graves sequelas que podem atingir o feto, o zika acaba sendo a mais perigosa para as gestantes.
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