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MS tem 155 mil desocupados e 39% de domicílios recebendo auxílio emergencial

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O índice de pessoas desocupadas atingiu 155 mil em Mato Grosso do Sul, enquanto 39,1% dos domicílios receberam algum auxílio relacionado à pandemia do novo coronavírus em junho, de acordo com a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Covid-19, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Conforme o levantamento, 1,2 milhão de pessoas integram o grupo de ocupados, taxa de 54,7%, o quinto maior do Brasil. No mês anterior o nível de ocupação era de 55,1%.

Já a taxa de desocupação no Estado em maio era de 9,7%, representando 126 mil pessoas. Em junho, a taxa subiu para 11,7%, 12a menor do país, chegando a 155 mil pessoas.

A pesquisa também apontou que o índice de pessoas trabalhando de forma remota, ou seja, em casa, subiu de 7,2% (75 mil pessoas) para 8,4% (89 mil pessoas). A população informal caiu de 387 mil para 370 mil.

Entre as desocupadas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho por causa da pandemia houve aumento de 17,5% para 19,2%.

Já entre as pessoas que estavam ocupadas, mas foram afastadas devido ao distanciamento houve expressiva queda. Em maio eram 97 mil e junho atingiu 69 mil. O índice de ocupadas e afastados por motivos que não fossem a pandemia caiu de 49 mil para 43 mil.

Dentre aqueles que foram afastados do trabalho, em maio 60,5% continuaram recebendo remuneração e 39,5% deixaram de receber. No mês seguintes os índices passaram para 66,8% e 33,2%, respectivamente. Em números absolutos, 58 mil pessoas deixaram de receber remuneração em maio. Em junho foram 37 mil.

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