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Polícia Civil e PRF prendem três pessoas por tráfico e posse irregular de arma em Aparecida do Taboado

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Boate havia sido já havia sido interditada pela Polícia Civil/ Foto: Divulgação Polícia Civil
Boate havia sido já havia sido interditada pela Polícia Civil/ Foto: Divulgação Polícia Civil

A Polícia Civil de Aparecida do Taboado-MS, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal de Paranaíba-MS, prendeu três pessoas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

A operação ocorreu na última quinta-feira (27), por volta das 16h50, em um estabelecimento denominado “Drinks”, localizado no Jardim Redentora, que havia sido interditado no dia 21 de março pela Polícia Civil. 

De acordo com informações divulgadas nas redes sociais do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Aparecida do Taboado, os policiais após averiguarem denúncias sobre tráfico de drogas e armas no local, realizaram diligências que resultaram na prisão de três suspeitos: Q.G.B. (37 anos), J.V.B.D.S. (19 anos) e R.B.D.S. (31 anos).

Durante a abordagem, foram apreendidos um revólver calibre .38 com 12 munições intactas, um revólver calibre .32 municiado com seis cartuchos, uma munição avulsa do mesmo calibre, duas balanças de precisão, 635g de maconha, 25 porções de cocaína totalizando 95g, uma touca ninja preta e R$ 20,50 em dinheiro.

A Polícia Civil ressaltou o apoio da Polícia Rodoviária Federal de Paranaíba-MS.

Foto: Reprodução redes sociais SIG Aparecida do Taboado
Foto: Reprodução redes sociais SIG Aparecida do Taboado
Foto: Reprodução redes sociais SIG Aparecida do Taboado
Foto: Reprodução redes sociais SIG Aparecida do Taboado

Boate interditada

De acordo com informações divulgadas pelo site G1, a boate interditada em março pela Polícia Civil em Aparecida do Taboado-MS, fazia parte de uma rede de exploração sexual e também existia em outras cidades do noroeste de São Paulo.

Durante a operação, a Polícia Civil identificou dez jovens vítimas da quadrilha suspeita de exploração sexual, estupro e cárcere privado. Elas eram atraídas com falsas promessas de trabalho.

O site divulgou ainda que as vítimas em situação de vulnerabilidade eram atraídas para trabalhar nos locais e depois eram proibidas de sair das boates, além de não terem acesso à alimentação, água e comunicação.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em Auriflama, Catanduva, Pereira Barreto (SP) e Aparecida do Taboado (MS).

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