Uma jovem de 19 anos relatou à Polícia Militar ter sido beijada e tocada sem consentimento enquanto descansava em um quarto durante uma festividade realizada em uma residência de Aparecida do Taboado. O caso ocorreu no domingo (09) e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pelo telefone 190 após a jovem deixar o local onde acontecia a festividade. Aos policiais, ela relatou que participava do evento acompanhada do namorado e que havia consumido uma pequena quantidade de cerveja.
De acordo com o relato, após sentir sono, a jovem decidiu ir até um quarto da residência para descansar. O namorado a acompanhou e, posteriormente, deixou o cômodo para fumar.
Ainda segundo o depoimento registrado no boletim, durante a ausência do namorado, um homem de 43 anos teria entrado no quarto, deitado sobre a jovem, beijado-a e passado as mãos em seus seios.
A vítima relatou que acordou com o beijo e, ao perceber quem estava no quarto, teria empurrado o homem para afastá-lo. Segundo a declaração prestada posteriormente na Delegacia de Polícia Civil, o contato teria se limitado ao beijo e ao toque nos seios, sem outras atitudes.
Após o episódio, a jovem chamou o namorado e contou o que teria acontecido. Houve uma discussão na residência e, em seguida, ela deixou o local e acionou a Polícia Militar. O homem apontado no relato foi localizado pelos policiais e submetido a busca pessoal, não sendo encontrado nenhum objeto ilícito com ele.
Caso foi encaminhado à Polícia Civil
As partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Aparecida do Taboado para que a autoridade policial adotasse as medidas cabíveis.
Conforme o boletim, nenhum dos envolvidos apresentava lesões corporais aparentes.
A vítima foi ouvida na delegacia e ratificou o relato apresentado inicialmente aos policiais militares. O caso deverá ser analisado pela autoridade policial, que ficará responsável pela apuração das circunstâncias e pelo eventual enquadramento legal da conduta.
A identidade da vítima foi preservada.

