O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) defendeu que o país precisa de reformas urgentes nas leis trabalhista e na previdência social. Segundo ele, o Brasil já não comporta o sistema atual.
Polêmicas, por tentar mexer em direitos trabalhistas conquistados há anos e na tentativa de reduzir os gastos da classe empresarial, as reformas têm sido debatida pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB).
Reinaldo defendeu as reformas hoje, ao falar sobre a crise financeiras enfrentadas por estados nas regiões Norte, Nordeste e Mato Grosso. Os governadores ameaçam decretar estado de calamidade pública, devido à queda nos repasses do Fundo de Participação dos Estados.
O governador Pedro Taques (PSDB) do vizinho Mato Grosso, é um dos que cogita a possibilidade e informou a Reinaldo que servidores inativos ou pensionistas que recebem por lá, desde a divisão do Estado, podem sofrer atrasos nos benefícios. A informação não foi confirmada pelo governo do Mato Grosso que alega que os salários estão sendo pagos em dia.
Para o governador de MS, a situação desses estados é um colapso financeiro que atinge também o governo federal. "A situação é preocupante, mas acha a medida (decreto de calamidade) extrema", afirma Reinaldo ao sugerir que os governadores precisam conversar, inclusive para liberar recursos.
Azambuja acredita que na base da conversa é possível liberar recursos da União que estão travados, como o Fundo de Exportação.
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