Com o avanço das reformas adotadas para colocar a economia nos trilhos, o País se tornou mais forte no cenário externo e reduziu o déficit em suas relações de troca. Dados do Banco Central mostram que, em abril, o saldo positivo nas transações correntes foi de US$ 1,153 bilhão, o maior para o mês desde 2007.
Esse superávit significa que o Brasil vendeu mais para o exterior do que comprou, além de medir todas as trocas do País com o restante do mundo, sejam financeiras, de serviços ou de bens. O resultado foi bastante impactado pelos bons números da balança comercial que, neste ano, deve somar US$ 51 bilhões, segundo o BC.
No acumulado do ano, o Brasil continuou a reduzir o déficit no saldo de transações correntes. De janeiro a abril, o saldo negativo foi de US$ 3,500 bilhões, resultado 51,2% menor que o registrado no ano passado e o menor déficit para o quadrimestre em dez anos.
Ao mesmo tempo, os investidores estrangeiros voltaram a se interessar em oportunidades no País. Em abril, o ingresso de investimentos estrangeiros somou US$ 5,577 bilhões, atingindo US$ 29,530 bilhões no acumulado do ano, valor 24,2% maior que o registrado no mesmo período de 2016.
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